sexta-feira, 22 de maio de 2015

Pacto da alma com o Puríssimo Coração de Maria


Pacto da alma com o Puríssimo Coração de Maria


“Soberana Senhora e Mãe minha, Vós desde o trono celestial a que fostes sublimada,
penetrais todos os meus desejos, e meus gemidos não são a Vós ocultos; mas, como as
necessidades temporais não me permitem ter a mente, como eu quisera; ocupada em
louvor ao Vosso sempre puro e Imaculado Coração faço convosco o seguinte pacto que
é minha vontade seja para sempre válido:

1º) Quantas vezes olhar o céu, outras tantas me congratulo convosco por vossas inefáveis perfeições
e rendo graças à Santíssima Trindade por todos os benefícios,prerrogativas e excelências com que se dignou enriquecer vosso admirável Coração e especialmente por Vos ter escolhido para Mãe de Deus.

2º) Quantas vezes cerrar ou abrir os olhos, outras tantas confirmo e agradeço todas as boas obras que os anjos e santos e todas as criaturas tem praticado e praticarão daqui por diante em honra e Glória de vosso Coração e de tudo quanto Vós mesma haveis feito e fareis em louvor de vosso Divino Filho Jesus Cristo, enquanto eu, com vivo fervor, desejo participar de todas e de cada uma em particular.

3º) Quantas vezes respirar, outras tantas Vos ofereço a vida, paixão e morte de vosso querido Filho Jesus, vossos méritos e os sofrimentos de vosso aflitíssimo Coração e os de todos os Santos, para eterno louvor de vosso formoso Coração, salvação do universo, satisfação de quantas ofensas e para a conversão de todos os pecadores.

4º) Quantas vezes suspirar, outras tantas eu abomino e detesto todos os pecados que, não só eu, como todos os homens temos cometido contra a Bondade Infinita de Deus, transpassando o vosso maternal e sensibilíssimo Coração de Mãe de Deus e dos homens. Oxalá pudesse eu purificá-los com meu próprio sangue!

5º) Finalmente, sempre que mover pés ou mãos, atiro-me confiadamente em Vosso Coração maternal, desejando que disponhais de mim no tempo e na eternidade, segundo o vosso santíssimo beneplácito.
E selo os cinco atos do presente pacto com as cinco chagas de meu benigníssimo e amabilíssimo Jesus e com as cinco letras de vosso Nome dulcíssimo para que jamais possam ser anulados, desejando eu com ardor que sejam tidos por firmes e valiosos, sempre que fizer algum dos ditos sinais.

Protesto, enfim, que pelo ardente amor que Vos professo e pelo desejo veemente que tenho de louvar-Vos incessantemente, Vos dedico, ofereço e consagro, ó Coração amantíssimo de minha querida Mãe, todas as pulsações e movimentos de meu coração e de todas as minhas artérias, pactuando convosco que cada um deles expresse com ternura o seguinte louvor: Santo, Santo, Santo sois Vós, Coração Imaculado de Maria; os Céus e a Terra estão cheios de Vossa Glória, a qual ofereço, também a Beatíssima Trindade, em união da que incessantemente lhe dirigem os Serafins na eterna Glória.”

(Extraído do Manual do Arquiconfrade do Imaculado Coração de Maria)

Ajude a compartilhar esta oração, repasse-a a diante para que mais pessoas se consagrem ao Imaculado Coração de Maria! Nosso Senhor Jesus se alegra com tudo o que fazemos para honrar sua Mãe Santíssima!

sábado, 18 de abril de 2015

A tatuagem e sua moralidade - Padre Daniel Pinheiro


A tatuagem e sua moralidade

Padre Daniel Pinheiro, IBP

Vemos em nossos tempos um número cada vez maior de tatuagens em diversos tipos de ambientes. É preciso dizer algo, ainda que brevemente, quanto à moralidade delas.

Alguns afirmam não haver problema com tatuagens em nossos dias atuais e que o preceito dado no Antigo Testamento (Levítico XIX, 28: “Não fareis incisões na vossa carne, por causa de algum morto, nem fareis figuras algumas ou sinais sobre o vosso corpo. Eu sou o Senhor.”) com relação a isso era válido unicamente pelo fato de ela favorecer o paganismo naquele contexto. A tatuagem era coisa de pagãos. Assim, o povo judeu era o único povo monoteísta, rodeado de pagãos e, para ser preservado na crença em um só Deus, o Senhor deu-lhe vários preceitos circunstanciais. Entre eles, a não utilização de tatuagem, que poderia favorecer a infidelidade do povo israelita naquele contexto. Portanto, a proibição da tatuagem não era a proibição da tatuagem em si, mas a proibição em virtude das circunstâncias. Continuam o argumento dizendo que essas circunstâncias já não existem e, consequentemente, a tatuagem pode ser lícita. Em geral, é esse o raciocínio que se faz em favor da tatuagem. É preciso fazer, diante disso, duas perguntas: (1) as circunstâncias que existiam na época e que proibiam a tatuagem realmente não existem mais? (2) a tatuagem é lícita sem uma causa proporcional que a justifique?

(1) Parece-nos claro que a mesma razão que proibia a tatuagem no Antigo Testamento continua sendo válida hoje. A associação com o paganismo da época passada é substituída pela associação com o neo-paganismo reinante em nossos dias, pela cultura de revolta e de rebelião contra a ordem natural e sobrenatural. Não se deve considerar como um puro acaso que a tatuagem tenha se difundido e se difunda justamente no momento em que o catolicismo recua e que uma nova ordem, independente de Cristo ,se estabelece. Essa nova ordem tem uma concepção altamente errônea do corpo, colocando-o irracionalmente acima da alma (hedonismo) ao mesmo tempo em que o despreza (donde a cremação e as tatuagens). Aqueles que defendem que se pode fazer a tatuagem hoje simplesmente porque já estamos no Novo Testamento, sob a lei da graça, adotam uma postura que poderíamos chamar de essencialista. Dizem: se algo não é intrinsecamente mau, se não é essencialmente mau, se não é em si proibido, podemos fazer, pois estamos na Nova Aliança, não precisamos nos preocupar com esses detalhes, pois Cristo nos liberou deles. É a tese de que, se não é pecado em si, pode-se fazer. Ora, para se julgar da moralidade de um ato humano, é preciso levar também em conta as circunstâncias, mesmo no Novo testamento, como é evidente. É preciso levar em conta as circunstâncias, sem cair, porém em uma espécie de existencialismo, sem cair na moral de situação, em que só se consideram as circunstâncias sem considerar o ato em si. São Paulo, para resolver a questão da carne oferecida aos ídolos, por exemplo, considera justamente as circunstâncias. A carne oferecida aos ídolos não é em si má, pode-se comê-la, a princípio. Todavia, pela circunstância do possível escândalo gerado para os fracos, não se deve comê-la, se o escândalo for previsível. Em um ato humano, portanto, é preciso considerar o ato em si, a finalidade e ascircunstâncias. Para que um ato seja bom, ele precisa ser integralmente bom – bonum ex integra causa. Assim, o ato para ser moralmente bom precisa ser bom em si mesmo ou indiferente, precisa ser feito conforme as circunstâncias o pedem e o agente deve ter uma boa finalidade. Se há um defeito em um dos três aspectos, o ato já não pode ser classificado como bom, pois basta um só defeito para que o ato seja mau – malum ex quocumque defectu. No tempo presente, é relativamente claro que as circunstâncias ainda militam fortemente contra a tatuagem, pois está muito associada a uma revolta contra o real, contra a ordem estabelecida, contra os superiores, portanto contra Deus. Ela está associada a uma mentalidade neo-pagã, sendo fruto dela e conduzindo a ela.

(2) Além disso, e independente das circunstâncias, a tatuagem marca o corpo praticamente de forma indelével, o que constitui um tipo de mutilação. Ora, a mutilação só é lícita se há causa proporcionalmente grave. Assim, só podemos mutilar uma parte de nosso corpo em vista do bem do todo, pois o homem não tem um domínio completo sobre o seu próprio corpo. É importante compreender que o homem não tem um domínio completo sobre o seu corpo: o homem só pode dispor de seu corpo para os usos determinados por Deus através da própria natureza do homem. Essa ausência de domínio absoluto sobre o próprio corpo destrói até mesmo o absurdo argumento das feministas, que querem o aborto porque pretendem fazer o que quiserem com o próprio corpo. A finalidade proposta pela tatuagem não é, evidentemente, o bem do todo, nem outro bem proporcional à mutilação causada pela tatuagem. Quem se tatua, normalmente o faz por vaidade, para ser visto pelos outros, para chocar, para mostrar uma pretensa força, etc. Todos esses motivos são motivos desordenados, o que torna a tatuagem pecaminosa (gravemente ou venialmente, dependendo do tamanho, do tema, do local em que é feita, do grau de malícia da intenção). O mesmo, porém, não se pode dizer de brincos usados segundo o costume recebido, pois eles são usados como adereço feminino, que distingue a mulher do homem e corresponde à inclinação natural da mulher de se ornar, desde que com moderação.

Na prática:

(a) Se a tatuagem é uma imagem ou frase diabólica, esotérica, ou que envolve símbolos de falsas religiões, vai contra o 1º mandamento, contra a virtude de religião. Se a tatuagem é simplesmente feia ou de mau gosto, ela é umaexaltação da feiura, se opondo a Deus, infinitamente belo. Promover e se alegrar com o feio se opõe à ordem natural e é promover o reino do demônio.

(b) Se a tatuagem for de um símbolo religioso, como uma Cruz ou Nossa Senhora, por exemplo, é um pecado de irreverência, contrário, portanto, ao 2º mandamento, à virtude de religião.

(c) Se o objetivo for repelir, intimidar, chocar os outros, ela se opõe à caridade fraterna, ao 5º mandamento.

(d) Se o objetivo for se opor aos superiores, ao pais, à ordem, etc., se opõe ao 4º mandamento, isto é, à virtude de piedade.

(e) Se for por vaidade, isto é, para chamar a atenção dos outros, para exaltar alguma qualidade, é contra a humildade. Opõe-se também à modéstia chamando demasiadamente atenção ao exterior da pessoa.

(f) Se a tatuagem for de algo indecente ou impuro, ou de uma frase indecente ou impura, se opõe ao sexto mandamento. Ela pode se opor ao 6º mandamento também pela sua localização ou por dirigir olhares para partes menos honestas.

Em suma, é quase impossível haver uma causa proporcional para justificar uma tatuagem em nossa civilização. A pele humana não é uma tela. Foi criada com outra finalidade: servir a Deus sendo ordenado pela alma. Raciocínio análogo se aplica a piercings e coisas semelhantes.

Se uma tatuagem é gravemente pecaminosa, por exemplo, opondo-se ao primeiro mandamento ou ao sexto, a obrigação de tirá-la é grave. Também a sua visibilidade pelas outras pessoas aumenta a necessidade de tirá-la. Se ela for levemente pecaminosa, a obrigação é leve.

Todavia, há cristãos que já há muito tempo (desde a Idade Média, ao menos) fazem tatuagens, que são os coptas. Aparentemente, começaram a fazê-lo para se protegerem contra o Islã. Tanto para dificultar a apostasia – pois tendo a tatuagem não poderão negar que são cristãos – quanto para poderem ser identificados pelos outros cristãos, se forem sequestrados ou assassinados. Nesse caso, há uma causa proporcionalmente grave para se fazer a tatuagem. Normalmente, esses cristãos fazem uma pequena cruz no punho ou na mão.

Há também o caso de Santa Joana de Chantal, que marcou o Santo Nome de Jesus com ferro incandescente em seu coração. Ora, a santa fez isso por moção divina, o que torna a ação lícita, já que Deus tem o domínio absoluto sobre o nosso corpo. Ela não o fez por simples veleidade, mas por inspiração divina.

Portanto, as circunstâncias – associação com o paganismo – que existiam à época dos judeus e que levaram à proibição da tatuagem continuam bem presentes em nossa sociedade neo-paganizada, com uma concepção não cristã do corpo. E a tatuagem não é intrinsecamente má, mas seria preciso uma causa proporcionalmente grave para fazê-la sem pecado. Não encontramos essas causas em nossa sociedade. A vaidade, o desejo de chamar a atenção, de estar na moda, de fazer como todos fazem, ou de mostrar algo que temos, somos, ou pensamos, não são causas que justifiquem a tatuagem. Encontrar nessas causas uma justificativa para a tatuagem é tornar-se um católico mundano.

É preciso se revestir de Cristo, de sua graça e virtudes e não de tatuagens, que são indício de barbárie e de corrupção da reta razão.

Pode-se ler com proveito:

Padre James Jackson, FSSP :

http://www.thinkinghousewife.com/wp/2011/04/on-the-morality-of-tattoos/

Padre Peter Joseph, professor de Seminário:

http://www.latinmassmagazine.com/articles/articles_2002_SU_Joseph.html

Pe Daniel Pinheiro

Créditos: Scutum Fidei

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Reze uma Salve Rainha por uma pessoa que esteja necessitada

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Salve Rainha, Mãe de Misericórdia,
Vida, doçura e esperança nossa, salve!
A Vós bradamos, os degredados filhos de Eva.
A Vós suspiramos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.

Eia, pois, advogada nossa,
Esses Vossos olhos misericordiosos
A nós volvei,
E, depois desse desterro,
Mostrai-nos Jesus, bendito fruto do Vosso Ventre.
Ó Clemente, Ó Piedosa, Ó Doce Virgem Maria.

Rogai por nós Santa Mãe de Deus,
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Os “novos pobres” da Teologia da Libertação


Os “novos pobres” da Teologia da Libertação

Por Pe. José Eduardo*
Vocês já notaram que a "opção preferencial pelos pobres" foi desaparecendo ou se ressignificando no vocabulário da TL? Isto se deve a dois motivos principais:
- em primeiro lugar, à compreensão que o movimento revolucionário teve de que a "revolução sexual" era mais importante do que se imaginava a princípio, pois chegaram à conclusão de que era a família, e não propriamente a propriedade privada, a origem da psicologia do poder, verdadeira causa da desigualdade sócio-econômica.
- em segundo lugar, ao fato de que, com a ascensão dos partidos socialistas ao poder na América Latina, falar sobre os "pobres" seria um "tiro no pé", e isto para qualquer uma das facções comunistas. Como eles louvam dia e noite o presumido fato de que retiraram não sei quantos milhões da pobreza, teologar sobre ela seria um contra-senso, uma anti-propaganda.
Contudo, como dizia Marilena Chauí num seu odioso vídeo, o discurso TL-petista tem um vício que contradiz seu intento revolucionário: dizendo ter melhorado a vida do pobre, o único resultado que alcançaram foi expandir a classe média, a pseudo-burguesia que eles tanto odeiam.
Por isso, era necessário encontrar um novo tipo de "pobre", pois não serviriam mais os tais "despossuídos" das décadas de 80 e 90. E eles o encontraram naquilo que Gramsci chamava de lupemproletariado, aquele estrato maltrapilho (moral e economicamente) da população, que sempre existe e existirá em qualquer sociedade.
Os novos pobres são os gays, as prostitutas, os delinquentes, os pervertidos morais, os cultivadores de lixo cultural, da anti-arte, os satanistas, enfim, aqueles que sempre foram considerados elementos desagregadores da sociedade.
Além destes, para dissimularem um pouco este horror grotesco, forjaram ainda outro tipo de pobre: a natureza, e aderiram ao discurso ecologista, trocando a "opção pelos pobres" por uma "opção pela vida", não necessariamente humana, e quanto mais se entra dentro do submundo "intelectual" do partido, necessariamente não-humana (os eco-teólogos-libertadores já chegaram a escrever que o homem é um vírus no planeta, e que deveria ser eliminado).
A ironia por trás de toda esta estupidez é o fato de que, pelo menos no âmbito da teologia da libertação, aquilo que se dizia nas décadas passadas quando se alegava que a Igreja sempre optou pelos pobres e não necessitava da TL para fazê-lo (vide o exemplo de S. Francisco e dos frades mendicantes) era que o mérito da TL consistia no fato de ter descoberto o "pobre como classe econômica" como "categoria teológica".
Agora, os fatos demonstram que a alegação era tão falsa como a abordagem teológica mesma. Os pobres são tão descartáveis nela quanto estas mesmas novas suas definições. A única coisa a que se prestam é à aquisição ou manutenção do poder político, utilizando-se a Igreja como instrumento para chegar a ele.
Não se admirem caso dentro de alguns meses as paróquias comecem a ser invadidas pelo lupemproletariado, e ao seu lado esteja alguém que você nunca imaginou que pudesse estar dentro duma Igreja. Na década de 80, quando as comunidades começaram a ser invadidas pelos comunistas, que até então se declaravam ateus, aquilo parecia impossível. Hoje, duplas LGBT querem batizar seus "filhos", apadrinhar filhos alheios, assentar seus novos nomes transex nos registros paroquiais e até mesmo casarem-se na igreja.
Alguns pensam que isto é casual, "sinal dos tempos". Não o é. São os novos pobres da TL que estão chegando, com Bíblia Pastoral nas axilas e cartilhas da PJ de tira-colo. O discurso está pronto e há quem o defenda. Oxalá estejamos preparados para desmascarar o ardil, e revelar que ninguém está preocupado com eles e com sua conversão, mas apenas em usá-los como instrumento de subversão, de domínio e de permanência no poder. Afinal de contas, se acabarem com o lupemproletariado, não haverá mais revolução. Urge, então, mantê-los na delinquência moral, e até criar uma "moral" teológica para os manter aí. Caso contrário, também eles aderirão à moral burguesa, cristã, conservadora. E de tal mal, livre-nos Gaia, valha-nos Marilena Chauí.

Fonte: https://www.facebook.com/jose.eduardo.7792/posts/975225539156128?fref=nf&pnref=story


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Um bom exame de exame de consciência para nós católicos:



"Vejo-te, cavalheiro cristão (dizes que o és), beijando uma imagem, mascando entre dentes umas oração vocal, clamando contra os que atacam a Igreja de Deus..., e até frequentando os Santos Sacramentos.

Mas não te vejo fazer um sacrifício, nem prescindir de certas conversas... mundanas (podia, com razão, aplicar-lhes outro qualificativo), nem ser generoso com os inferiores...- nem com a Igreja de Cristo! -, nem suportar uma fraqueza do teu irmão, nem abater a tua soberba pelo bem comum, nem desfazer-te do teu forte invólucro de egoísmo, nem... tantas coisas mais!

Vejo-te... Não te vejo... - E tu... dizes que és um cavalheiro cristão? - Que pobre conceito fazes de Cristo!" 

São Josemaria Escrivá - "Caminho, pt. 683"

Se possível, passe a diante. Obrigado.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Novena de Nossa Senhora de Lourdes


Novena de Nossa Senhora de Lourdes


Oração Inicial

Senhor Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e redentor meu, por
ser Vós quem sois, e porque vos amo sobre todas as coisas, a mim me pesa
de todo coração ter-vos ofendido, e proponho firmemente nunca mais pecar,
confessar-me, cumprir a penitência que me for imposta e apartar-me de todas
as ocasiões de ofender-vos. Vos ofereço minha vida, obras e trabalhos em satisfação de todos meus pecados.
E confio em vossa bondade e misericórdia infinita para que me perdoeis pelos
méritos de vosso preciosíssimo sangue, Paixão e morte, e me dareis graça
para emendar-me e para perseverar em vosso Santo serviço até o fim de
minha vida. Amém.


Oração Final
Debaixo de vosso amparo nos acolhemos, santa Mãe de Deus; Não
Desprezeis nossas súplicas nas necessidades, senão livrai-nos de todos os
perigos, Oh! Sempre Virgem gloriosa e bendita!
V. Rogai por nós, Oh! Virgem de Lourdes! R. Para que sejamos dignos das promessas de Jesus Cristo.

Oração
Oh! Deus eterno e compassivo!
Concedei-nos a graça de viver santa e cristãmente, venerando a Virgem Santíssima de Lourdes, para que sejamos dignos de sua intercessão na vida e na hora da morte. Por Cristo nosso Senhor. Amém.


1° Dia

Rainha Imaculada que, aparecendo pessoalmente qual nascestes, a Senhora na gruta de Lourdes, honrastes com vosso benigno olhar e com a comunicação de vossos segredos a pobre e enferma Bernadete, tanto menos estimada dos homens pela falta de toda cultura, quanto mais aceita por Vós pela pureza de sua inocência e o fervor de sua devoção; Obtende para nós a graça de que, pondo sempre nossa glória em fazer-nos gratos ao Senhor com uma vida inteiramente conforme a nossos deveres, nós sejamos ao mesmo tempo merecedores sempre de vossas especiais bênçãos. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória. Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

2° Dia

Oh! Virgem de Lourdes, escolhida por Deus para ser Mãe de Jesus, Tesoureira das divinas graças, Refúgio e Advogada dos pecadores! Prostrado humildemente a vossos pés vos suplico sejais minha guia e saúde neste vale de lágrimas, porque nada posso nem devo fazer sem Vós. Alcançai-me de vosso divino Filho o perdão de meus pecados, a perseverança no bem e a salvação de minha alma, para ser eternamente feliz e ditoso em vossa doce companhia nas mansões da glória. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória. Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

3° Dia

Oh! Virgem de Lourdes e Mãe minha, vida e esperança dos pobres, âncora dos náufragos, saúde dos enfermos e esperança dos que agonizam e morrem! Oh! Mãe minha! Depois de Deus, Vós sois e serás minha única esperança nas tentações e perigos, na vida e na hora de minha morte.
Não me deixes, Oh! Maria! Amém. Três Ave-Marias e um Glória. Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

4° Dia

Oh! Virgem puríssima de Lourdes, vida de minha alma, alívio de minhas penas, suavidade e doçura de minhas aflições!
As portas de vosso coração.
Oh! Mãe minha! Chama este pecador enfermo, cuja dor, neste momento, é tão grande como seus pecados;
Compadecei-Vos de mim, não me deixes, olhai com olhos de compaixão.
Sanai-me, como Jesus aos leprosos. Curai-me para que adore a Deus eternamente. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória. Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

5° Dia

Oh! Virgem de Lourdes e rainha dos anjos, em cujos olhos brilha a fé que abrasa vosso Espírito!
Ensinai-me a crer; mas a crer trabalhando, porque a fé sem obras é morta; porque os que estão cheios de pecados, que não fazem conforme a crença católica, estão nos calabouços do inferno.
Ajudai-me a crer na palavra divina e a trabalhar como Deus e a Igreja me mandam crer e trabalhar;
Pois a fé é luz e tem que iluminar minha alma e a conduzir pela senda da eterna bem-aventurança. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória. Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

6° Dia

Oh! Virgem de Lourdes e Virgem das virgens, açucena candíssima, Virgem Imaculada, pomba sem mancha!
Vós, que fostes concebida sem pecado;
Vós, que tanto amais a castidade e tanto quereis a vossos filhos, tende compaixão de mim e livrai-me desta penosa concupiscência que me afunda em um mar de pecados.
Alcançai-me de vosso Filho a graça da castidade para viver na terra como os anjos do céu. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

7° Dia

Oh! Virgem de Lourdes e soberana Imperatriz dos céus, que, por amor a pobreza, vos sujeitastes a todas as privações e escassez dos pobres!
Ensinai-me a depreciar os luxos e presentes, e inspirai-me amor e compaixão aos pobres para conseguir com isso o reino dos céus. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

8° Dia

Oh! Virgem de Lourdes, exemplar sublime de obediência, que se fazendo escrava do Senhor e humilhando-vos até viver sem própria vontade, merecestes que vos chamassem de bendita todas as gerações!
Ensinai-me e ajudai-me, como a menina Bernadete, a ser obediente até a morte, porque a obediência é melhor que os sacrifícios, e quem segue obedecendo a Deus conseguirá chegar até o céu. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

9° Dia

Oh! Virgem de Lourdes, rainha dos mártires e esperança dos aflitos!
Pela heróica paciência que resplandeceu em todos os atos de vossa vida mortal, desde Belém ao Calvário, desde a profecia de Simão até que Vos arrancaram dos braços o cadáver ensanguentado de vosso divino Filho,
Tende misericórdia de mim e ajudai-me a levar com cristã resignação o peso das cruzes que o Senhor tenha a enviar-me, para ganhar minha eterna felicidade na glória e viver em vossa doce companhia por todos os séculos. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena
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